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“Só ouço coisas a cair e a bater”: Ana Garcia Martins relata noite de medo com a depressão Kristin

A influenciadora digital partilhou momentos de grande apreensão durante a madrugada, numa altura em que vários distritos do país enfrentavam condições meteorológicas extremas.

Portugal continua a ser atingido por sucessivas depressões atmosféricas, com especial incidência nas regiões do centro do país. Na madrugada desta quarta-feira, 28 de janeiro, vários distritos estiveram sob alerta vermelho, devido à passagem da depressão Kristin, marcada por vento muito intenso e condições particularmente adversas.

Os efeitos do mau tempo fizeram-se sentir de forma severa em diversas localidades, com registo de estradas intransitáveis, falhas no fornecimento de energia elétrica, árvores derrubadas e danos significativos em habitações e infraestruturas, levantando também preocupações ao nível da segurança e dos prejuízos materiais.

Entre as muitas pessoas afetadas esteve Ana Garcia Martins, que recorreu às redes sociais para partilhar o medo vivido durante a noite. A influenciadora publicou imagens que mostram vários caixotes do lixo da sua rua tombados e espalhados pelo chão, ilustrando a violência do vento.

“Os caixotes da minha rua… morreram todos. Pessoas, isto está muito assustador. Acho que nunca tinha ouvido o vento com esta fúria”, escreveu, num desabafo feito em plena madrugada.

Ana revelou ainda que tomou todas as precauções possíveis dentro de casa, mas admitiu receio quanto aos estragos provocados pelo temporal: “Já fui fechar tudo, baixar os estores, mas tenho para mim que se chegar ao fim desta noite com os vidros todos intactos, vai ser uma vitória. Só ouço coisas a cair e a bater.”

No final, deixou um apelo aos seguidores para que se mantenham em segurança, sublinhando que o pior ainda poderia não ter passado: “Mantenham-se seguros, pelo amor da santa. Dizem que isto ainda vai demorar algumas horas a acalmar. Qualquer coisa, estamos aqui uns para os outros.”

Situações como esta voltam a colocar em evidência o impacto económico dos fenómenos climáticos extremos, desde danos em habitações e viaturas até ao aumento de pedidos de assistência e seguros. Especialistas alertam para a crescente necessidade de prevenção e proteção patrimonial face à intensificação destes eventos.