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Humorista Desmascara Contradições do Chega em Polêmicas de ‘Tachos’ e Nomeações... Ver Mais

 

O programa “Isto é Gozar Com Quem Trabalha” voltou a colocar o partido Chega no centro do alvo, desta vez não por questões ideológicas, mas por aquilo que Ricardo Araújo Pereira (RAP) apelidou de uma estratégia inovadora de recursos humanos: o nepotismo romântico.

A “Química” Parlamentar

A análise de RAP focou-se nas recentes denúncias de contratações de familiares, amigos e parceiros afetivos para cargos dentro da estrutura do partido. Com o seu habitual sarcasmo, o humorista sugeriu que o partido de André Ventura está a confundir o Diário da República com o Tinder.

“Dizem que o Chega é contra o sistema, mas parece que são muito a favor do ecossistema familiar. É uma gestão de proximidade: em vez de irem buscar técnicos ao mercado, vão buscá-los ao sofá lá de casa”, comentou RAP.

As Vantagens do “Tacho em Casal”

Segundo a sátira apresentada, a contratação de namorados e cônjuges não é um erro ético, mas sim uma estratégia de eficiência operacional. As principais “vantagens” apontadas foram:

  • Sintonia Audiovisual: A garantia de que os intervenientes “se dão bem na câmara”, evitando discussões desnecessárias durante os tempos de antena.
  • Redução de Custos: Menos gastos em chamadas telefónicas entre departamentos, já que os assuntos podem ser resolvidos durante o jantar ou a lavar a loiça.
  • Lealdade Absoluta: É muito mais difícil trair o partido quando a pessoa que guarda os segredos políticos é a mesma que partilha a conta da Netflix.

Polémica nas Redes: Entre o Riso e a Indignação

Como seria de esperar, o segmento de Ricardo Araújo Pereira incendiou as redes sociais. De um lado, os críticos do partido aproveitaram para reforçar as acusações de que o Chega se está a tornar “exatamente aquilo que prometeu combater”. Do outro, apoiantes do partido acusam o humorista de perseguição política, embora a discussão sobre a meritocracia interna continue a ser um tema sensível.

O veredito de RAP é simples: no Chega, o “amor à pátria” parece começar, muito convenientemente, pelo amor ao próximo… desde que o próximo tenha o mesmo apelido ou partilhe a mesma escova de dentes.